Grife Flor planeja triplicar vendas em três anos

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A grife feminina Flor, de São Paulo, pretende triplicar de tamanho em três anos. A meta é passar dos R$ 5 milhões de faturamento previstos neste ano para pelo menos R$ 15 milhões em 2013. Para chegar lá, o número de lojas deverá aumentar das atuais cinco para entre 15 e 20 pontos exclusivos de venda – a marca também está presente em cerca de 70 lojas multimarca. A expansão se dará pelo sistema de franquias. “Dessa forma, o ritmo de investimento é mais acelerado”, diz Eduardo Fregonesi, sócio e principal executivo da Flor. “Além disso, o franqueado, se tem o perfil certo, agrega muito às lojas com o conhecimento das praças em que atua.” 
A marca Flor foi fundada em 2003 pelo empresário Marcos de Moraes, filho de Olacyr de Moraes e protagonista de um dos maiores negócios da história da internet brasileira, com o site Zip.Net, vendido para a Portugal Telecom por US$ 365 milhões em 2000. Os irmãos Eduardo e Juliana Fregonesi controlam o negócio desde janeiro de 2005. Juliana cuida da parte criativa, enquanto Eduardo é o gestor do negócio. Antes de assumir a Flor, a dupla tinha a JP Confecções, que trabalhava sob encomenda de grifes como Le Lis Blanc e Bob Store. A empresa foi desativada depois que os empreendedores compraram a Flor. Desde então, a dupla investiu R$ 3,5 milhões no negócio. 
Quando os Fregonesi assumiram a marca, havia apenas uma loja, no shopping Iguatemi, na capital paulista. A nova gestão transferiu imediatamente o ponto para a alameda Lorena e, em 2008, para o shopping Cidade Jardim. Outras quatro lojas foram abertas nos anos seguintes: uma em Ribeirão Preto (SP), uma em Brasília e uma segunda unidade em São Paulo, no shopping Anália Franco. Nos últimos meses, a Flor chegou a Curitiba (PR) e Goiânia (GO). Hoje, apenas a loja de Ribeirão (cidade natal dos Fregonesi) é própria – as demais são tocadas por franqueados. A Flor tem também um showroom no bairro dos Jardins, em São Paulo. Capitais como Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS) e Campo Grande (MS) estão no radar da empresa, bem como cidades interioranas de médio porte, como Campinas (SP). 
A Flor tem como público-alvo mulheres das classes A e B com idade entre 25 e 40 anos. Para atingir esse público, a empresa seleciona pontos nos shoppings mais sofisticados ou nas ruas de maior prestígio das cidades onde atua. “Escolhemos sempre os melhores corredores dos melhores shoppings”, diz Eduardo.
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