6 passos para implantar um departamento de visual merchandising

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Muitas marcas – e até grandes redes – ainda não têm uma estrutura formal (departamento) consolidado de visual merchandising. Isso é negativo, pois certamente impactará na identidade visual da marca, já que as ações são executadas de forma isoladas, nem sempre coerentes e, muitas vezes, por empresas prestadoras de serviços diferentes, que querem mais competir entre si do que trabalhar em conjunto em prol da imagem da marca.
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Pensando nessa evolução de mercado, trouxemos um passo a passo para te ajudar na implantação de um departamento de visual merchandising.
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1. A loja é uma mídia e os esforços de comunicação de marketing que acontecem dentro dela são entendidos como comunicação dirigida. Logo, o ideal é que o setor de visual merchandising esteja
diretamente ligado – ou subordinado – ao departamento de marketing, a fim de trabalharem a Comunicação Integrada de Marketing (CIM) em todas as ações de ponto de vendas.
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2. Entenda o que a empresa (direção/gestores) esperam do seu trabalho. Uma reformulação total da imagem de marca nunca deve ser abrupta. Procure mensurar também o quanto financeiramente estão dispostos a investir nessa reformulação e qual o tempo disponível para a implantação das novas estratégias.
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3. Faça um profundo estudo da concorrência direta. Isso é imprescindível para você conhecer algumas práticas correntes no seu mercado – afinal, seu consumidor já pode ter alguns hábitos que devem ser preservados – e para que você saiba onde e como inovar, superando assim seus concorrentes nos seus pontos fracos.
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4. Contrate profissionais que tenham um perfil analítico e criativo, ou seja, que entendam tanto de business quanto de moda e visual merchandising.  A equipe de visual merchandising deve privilegiar a multidisciplinaridade, por isso, inclua designers para os materiais de comunicação visual, arquitetos para os projetos de reforma, publicitários para fazer a interface com as demandas de comunicação e produtores de moda para direcionar a coordenação de produtos.
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5. Inicialmente a equipe deve “apagar incêndios”, ou seja, pequenos ajustes que não envolvam custos e que trarão um alívio imediato para o visual merchandising. Mas, posteriormente, a segunda ação deve ser a criação de uma loja piloto que servirá como base para estudo das novas estratégias. Isso é fundamentalmente antes da multiplicação para demais lojas de uma rede, evitando assim erros em grande escala.
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6. Aprovado um projeto inicial de visual merchandising este pode ser replicado nas demais lojas da rede. Geralmente inicia-se com as lojas mais antigas, mas outros perfis de lojas podem “furar a fila”, por exemplo, shoppings que têm alta competitividade, mercados vanguardistas e lojas que nunca batem a meta de faturamento.
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Lembre-se que as áreas internas devem, mais do que nunca, estar alinhadas em prol da construção de uma imagem de marca. Esse processo minucioso parte desde a criação do produto (ou compra), distribuição das peças conforme perfil das lojas e capacidade expositiva, criação de campanhas de marketing até finalização ações isoladas no PDV.
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Veja abaixo uma base de distribuição de cargos e fluxos:
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