Brasileiro compra ao menos uma peça de roupa por mês

comprar_roupas-moda
Uma pesquisa divulgada recentemente pelo IEMI, através do seu Núcleo de Inteligência de Mercado, revelou que a maioria dos brasileiros, ou 25,9%, compram ao menos 1 peça de roupa por mês. Os que compraram na última semana, vêm em segundo lugar e representam 20,9%. A pesquisa, que considerou a última compra realizada, contou com a colaboração de 3.300 consumidores voluntários de ambos os sexos, com idade acima de 15 anos, de todas as classes sociais e diferentes Estados para avaliar o comportamento de compra destes consumidores de vestuário. Através desta pesquisa, também foi possível descobrir que os consumidores que mais presenteiam são os que apresentam um perfil funcional, ou seja, aqueles que procuram equilíbrio entre preço e qualidade.
Em relação ao estilo, o casual é o mais adquirido por todos os tipos de consumidores e regiões do País e recebeu 40,5% dos votos. Em seguida vem o uso dos jeans (considerado coringa para quem gosta ou não de moda) e roupa social, com 29% e 10,3%, respectivamente.
Outro fato descoberto é a preferência que o brasileiro tem em fazer compras sozinho. Cinquenta e três por cento não estavam acompanhados durante a última compra e apenas 2,1% das pessoas foram às compras com o namorado(a). Quando perguntados sobre para quem a compra se destinou, 81,1% afirmaram para uso próprio, seguido para uso dos filhos (7,7%) e marido/esposa (4,8%). Dos 46,4% que estavam acompanhados de parentes ou amigos, 68% afirmaram que deram a palavra final na hora da compra. Para os consumidores com perfil independente, ou seja, que buscam conforto e praticidade pelo melhor preço, o índice cai para 61,5% e para os multiplicadores, que buscam status através da moda, aumenta para 73,9%. Já no momento da compra, 80,1% dos respondentes afirmaram que pagaram eles próprios pela compra e em apenas 19,9% dos casos, a conta foi paga pelos acompanhantes.
Para a grande maioria dos entrevistados, 30,9%, a maior motivação para realizar uma compra é o desejo de substituir uma peça antiga. “Isso ocorre pela necessidade que o ser humano tem de se sentir recompensado ao se olhar no espelho e enxergar algo que o insere em sua escolha social”, revela Marcelo Villin Prado, diretor do IEMI. A vontade de se sentir bonito vem em seguida, com 24,2% dos votos e a opção menos relevante é quando o amigo comprou uma peça e a pessoa quis igual, com apenas 0,2% das respostas, o que revela o desejo de “pertencer a um grupo” sem deixar de ser diferente.
Quando o assunto é o planejamento da compra, 40,8% afirmaram nunca ter visto o produto antes, o que dá para afirmar que a compra foi quase por impulso, motivada pela atratividade do produto. Os meios que mais influenciaram o consumidor com eficiência foram: local onde já tinham comprado em outra ocasião (52,5%), em catálogos da marca (11,7%), em amigos ou pessoas de seu relacionamento (7,7%) e propagandas de televisão (7,6%).
A pesquisa foi realizada em 2010 e os comentários foram feitos pelos consultores do IEMI, especializados em pesquisas e estudos no mercado têxtil e confeccionista brasileiro. Os dados foram ponderados de acordo com o potencial de gasto com o vestuário por poder de compra, segundo o IBGE. Voltada para os fabricantes e varejistas do mercado de vestuário, traz dados completos sobre o mercado de moda e pesquisa de consumo entre todos os tipos de clientes, de todas as classes sociais e regiões do País. Os interessados em adquirir outros resultados devem entrar em contato com o IEMI (www.iemi.com.br).
(Visited 64 times, 1 visits today)
SHARE THIS

RELATED ARTICLES

LEAVE COMMENT

Curso livre a distância

CURSO LIVRE (a distância) EM VISUAL MERCHANDISING DE MODA

O curso online de Visual Merchandising de Moda do MMdaMODA abrange conceitos teóricos e práticas de mercado e está pautado em fotos, vídeos, cases de sucesso e materiais complementares, como artigos e reportagens.

Saiba mais